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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Artistas promovem ato público contra o abandono da Casa de Cultura de Roraima

Estaremos lá com a nossa exposição de fotopoemas.
 
Matéria do site da Folha de Boa Vista
 
 

O prédio da Casa de Cultura está interditado pela Defesa Civil

Com o objetivo de sensibilizar o poder público para a necessidade urgente de restauração e revitalização da Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, localizada no Centro, da Casa do Estudante em Manaus e da Casa do Estudante em Belém (PA), o Fórum Permanente de Cultura de Roraima fará amanhã, às 16h, um ato público em frente à Casa da Cultura.

A decisão foi tomada após discussão da atual situação dos prédios, em reunião realizada no dia 14 de dezembro, onde estiveram presentes representantes do fórum, que é formado por diversas áreas artísticas e culturais de Roraima.

Durante a manifestação, os artistas vão colher assinaturas para um abaixo assinado que será entregue ao governo do estado e também para a Assembleia Legislativa, junto com a carta aberta “em favor do patrimônio cultural de Roraima”. 

Os artistas e simpatizantes da cultura reivindicarão por agilidade entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no que se refere aos procedimentos necessários para a salvaguarda dos bens culturais de Roraima; tombamento das Casas do Estudante em Manaus e em Belém como patrimônio histórico do Estado de Roraima.

Além disso, sugerem que os três prédios sejam transformados nas Casas de Cultura de Roraima, espaços destinados a comercializar arte e artesanato, promover shows e eventos artísticos, exposições e debates, cinema e fotografia, mostras culinárias, disponibilizar informações e roteiros turísticos, além de servir de local de hospedagem para produtores e mediadores culturais em turnê.

“Queremos que novas utilidades sejam dadas as casas. Por isso sugerimos que se transformem em Casas de Cultura”, comentou uma das integrantes do fórum, Mônica Padilha.

A carta aberta explica que “o motivo que conduziu a discussão refere-se ao flagrante estado de abandono, deterioração e a falta de função e uso das referidas casas”. Conforme Mônica, o desinteresse do estado em relação aos prédios tornou-se algo visível para toda a população. “Sejam pessoas do meio cultural ou não, podem ver a situação que se encontra a Casa da Cultura, já que fica localizada em uma das principais vias de Boa Vista, a avenida Jaime Brasil”, disse.

“O fechamento da Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, interditada pela Defesa Civil, e a subutilização e desvirtuamento das Casas do Estudante em Manaus e em Belém foram o mote para a decisão de pedir engajamento da sociedade roraimense em prol da restauração desses patrimônios culturais, buscando sensibilizar o poder público para a urgente necessidade da adoção de atitudes proativas que garantam a salvaguarda desses bens de relevante importância histórica e cultural para Roraima”, diz a carta. (N.S)


Prédio histórico está interditado desde junho

A Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, situada na esquina das avenidas Jaime Brasil e Sebastião Diniz, tombada por intermédio dos decretos 722 e 723/1994, está fechada desde o mês de junho, pois a estrutura estava pondo em risco a vida das pessoas que procuravam o local para fazer pesquisas e os funcionários. 

O acervo foi transferido para o Conselho Estadual de Educação de Roraima, localizado na avenida Santos Dumont, bairro São Francisco. A Casa de Cultura é um espaço público onde se concentrava grande parte do material histórico de Roraima, como jornais, livros, fotos, fitas, documentos, quadros artísticos e de homenagem, sendo utilizado por muitos estudantes e pesquisadores que frequentavam o local diariamente.

Mas, conforme a gerente do Núcleo de Patrimônio Histórico, Meire Saraiva, a quantidade de pessoas que procuravam a Casa para fazer pesquisa diminuiu. “Muitas das pessoas, principalmente estudantes, não sabem que as pesquisas podem ser feitas aqui no prédio do Conselho Estadual, por isso não estão fazendo as pesquisas. Antes tinha dia que mais de trinta alunos faziam pesquisas”, relatou Meire.

A Folha foi à Casa da Cultura na manhã de ontem e constou que o prédio encontra-se comprometido, colocando em risco as pessoas que passam pela calçada da avenida Jaime Brasil. Entre os problemas no prédio estão às infiltrações, forro solto, mofo, cupins e desgaste do piso. 

No local, o funcionário de serviços gerais estava fazendo a limpeza do jardim. Ele disse que vai à Casa da Cultura todas as segundas e terças-feiras. Do lado de fora do prédio permanecem três aparelhos de ar-condicionado.

MPE - No dia 12 de abril deste ano o Ministério Público Estadual (MPE), protocolou ação civil pública contra o Estado de Roraima para obrigá-lo a reformar a Casa de Cultura Madre Leotávia Zoller, por descumprimento da legislação estadual no que tange à conservação de patrimônio cultural devidamente tombado como “patrimônio cultural dos roraimenses”.

Em setembro de 2009 chegou ao conhecimento do MPE uma reclamação noticiando que a Casa da Cultura estava com suas instalações deterioradas, devido à falta de manutenção. A informação foi confirmada pelo oficial de diligência do Ministério Público, constando que “o prédio encontra-se em situação de até uma possível interdição”. (N.S)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Terceira leva de #Versificados em Boa Vista

Versos publicados nos classificados do jornal Roraima Hoje no dia 3 de dezembro , em mais uma leva de #Versificados em Roraima.


Clique para ampliar.

sábado, 30 de outubro de 2010

2ª leva dos #Versificados em Boa Vista

A turma da capital mais setentrional do País mandou ver seus versos nos classificados do jornal Roraima Hoje, integrando-se à quinta leva dos #Versificados. Clique para ampliar.

domingo, 12 de setembro de 2010

#Versificados em Roraima


E aí, pessoal que faz poesia? 

Quem quiser integrar-se ao movimento poético #Versificados, idéia de uma turma que faz poesia nas demais regiões do País, terá o próximo sábado (18 de setembro) para iniciar-se nesta onda.
 
A idéia é bem simples: publique um ou mais poemas nos classificados dos jornais de sua cidade e depois mande a imagem deles para o blog do #Versificados publicar. A meta é espalhar poesia de forma incomum nos veículos de comunicação de massa.
 
Em Boa Vista, o jornal Roraima Hoje já disse que vai abrir espaço. É só mandar na sexta-feira (17) um e-mail para roraimahoje@gmail.com, com o assunto “Para publicação #Versificados”. No corpo do e-mail, insira o seu poema e aguarde o sabadão chegar. Se quiser e tiver abertura, pode publicar nos demais jornais da cidade: Folha de Boa Vista e Monte Roraima.
 
Para conhecer o padrão de publicação que o pessoal faz lá fora, acessa o blog do #Versificados.

É isso. Pelo que o pessoal falou, no Norte ainda não rolou nenhuma publicação do movimento. Então fica aí o convite: vamos espalhar poesia?

domingo, 5 de setembro de 2010

Dia da Amazônia é comemorado com exposição no MIRR

Matéria tirada daqui.

A Fundação Estadual do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Femact), por meio do Museu Integrado de Roraima (MIRR), realiza uma exposição para comemorar o Dia da Amazônia, celebrado em 05 de setembro. A mostra está aberta à visitação pública no museu, que fica no Parque Anauá.




A exposição, que é temporária, mistura a arte do pintor Bartô e fotos de Tana Halú com poemas de Edgar Borges e Zanny Adairalba. A temática dos textos e das imagens é focada em costumes e o cotidiano indígena.





Tana Halú, Edgar Borges e Zanny Adairalba são integrantes do Coletivo Arteliteratura Caimbé (www.literaturacaimbe.blogspot.com), grupo que realizou em agosto, pela primeira vez em Boa Vista, a mostra nacional Vídeo Índio Brasil, composta de curtas, média e longas, produzidos por e sobre indígenas.



As obras do artista plástico Bartô, produzidas em óleo sobre tela, retratam principalmente a fauna e flora da região, com um toque de surrealismo.

As fotos de Tana Halu juntamente com os poemas de Edgar Borges e Zanny Adairalba, destacam as peculiaridades da cultura indígena. (Informações: 3623-1663).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vertebrais em novas mãos

Antes tarde do que nunca, como diz o ditado. Entregamos esta semana mais um exemplar do livro Vertebrais a um dos participantes do concurso cultural que fizemos em março deste ano. Demorou tanto pelo seguinte: só uma pessoa iria receber. Quem ganhou à época foi a poeta Eli Macuxi.

Depois da entrega, nosso parceiro Rubens da Cunha, autor do livro de poesias Vertebrais e manda-chuva do blog Casa de Paragens, decidiu presentear os demais participantes. Demorou um pouco para os livros chegarem lá de Santa Catarina, mas finalmente foram entregues. Depois disso fomos atrás dos demais participantes. A primeira a receber foi a jornalista Vanessa Brandão, que nos mandou esta mensagem e sua fotinha segurando alguns dos poemas do Vertebrais:



A boa poesia sempre me deixa feliz e angustiada ao mesmo tempo. Feliz por ter o prazer de ler algo lindo, intrigante e angustiada por não ter como mostrar a todos o quanto são lindas. Dá vontade de sair com o livrinho nas mãos... 'leia isso, olha que coisa bonita'. Achei muito interessante também o formato de publicação e as ilustrações. Tudo de muito bom gosto e não poderia ser diferente para abrigar um trabalho tão precioso. Amei o presente.

Vanessa



*******

Um abraço ao Rubens direto do Norte do Brasil e parabéns à Vanessa pelo presente!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vídeo Índio Brasil: cinema, pintura, arte tradicional, fotos e poemas


E chegamos ao final do Vídeo Índio Brasil em Boa Vista. A mostra atraiu ao Cine Sesc Mecejana pessoas de todas as idades, profissões e descendências. Além da exibição dos 14 curtas, médias e longas da programação, o Coletivo Arteliteratura Caimbé e o Sesc Roraima organizaram uma mostra de artes com telas, panelas de barro, fotografias e poemas.

Foram oito noites emocionantes para quem participou. Ao final de cada sessão sempre houve uma conversa com o público presente para discutir o conteúdo de cada filme. As correlações com a realidade local sempre estiveram presentes, visto que Roraima é um estado com grande população indígena e apresenta, mesmo que hoje estejam reduzidos, conflitos por conta das demarcações de áreas indígenas.

A atividade audiovisual foi complementada pelas telas de Bartô, as panelas de barro de Lídia Raposo, a projeção fotográfica da Organização dos Indígenas da Cidade, as fotografias de Tana Halú e os poemas meus (Edgar Borges) e de Zanny Adairalba. Além disso, na última noite do evento, o grupo Maruai, da comunidade indígena Tabalascada, região da Serra da Lua, participou fazendo a encenação da Peça do Canaimé, mostrando com teatro e dança parixara um dos mitos das etnias da região.




Escritores, educadores, missionários, padres, hippies, estudantes, trabalhadores braçais e indígenas das etnias Wapichana, Yanomami, Macuxi e Patamona fizeram parte do público que prestigiou a primeira edição do evento em Boa Vista. A mostra teve ampla divulgação na mídia local, com mais 50 matérias e notas na internet, rádio, TV e jornais.





Para nós, do Coletivo Arteliteratura Caimbé, foi muito gratificante participar desta mobilização nacional que destacou as peculiaridades da cultura indígena. Gratificante por integrar Boa Vista ao evento e também pela resposta do público, que adorou os filmes e a mostra, fez elogios, destacou a importância da atividade e já ficou esperando pelo próximo ano.



Na sexta-feira, quando foi exibido o vídeo Indígenas Digitais, Alex Makuxi, um dos personagens do filme, conversou com a platéia sobre a sua participação na obra e a importância de mostrar a influência das novas tecnologias na conquista de melhorias para a população índia.




O historiador Adair Santos esteve presente todas as noites da mostra. Autor de um livro no prelo sobre história de Roraima, o escritor participou ativamente dos debates e, assim como outras pessoas, aproveitou para fazer novas amizades e contatos profissionais.




    Além de tudo isso, ainda houve sorteios de colares, fotografias,     camisetas e livros. Ou seja, quem foi, aproveitou bem.





No final de tudo, o Sesc, nosso grande parceirão desde que o Coletivo surgiu, ainda pediu para deixar a mostra por um mês a mais na galeria. A ideia é fazer visitas guiadas com estudantes. A gente deixou, claro. ;-)

Obrigado a todos os que apareceram no VIB 2010. Se tudo correr bem, ano que vem tem mais.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Confira as atrações paralelas da Mostra Vídeo Índio Brasil em Boa Vista

Cartaz da mostra. Clique para ampliar

Começa no próximo sábado (31) a terceira edição do Vídeo Índio Brasil (VIB). Em Boa Vista, única cidade de Roraima a participar do evento, a exibição será feita no Cine Sesc Digital Abrahim Jorge Fraxe, avenida Glaycon de Paiva, Mecejana.

O festival acontece de 31 de julho a 7 de agosto. A promoção local é do Coletivo Arteliteratura Caimbé em parceria com o Sesc Roraima. A entrada é franca, com as sessões começando sempre às 20h.

Além dos filmes da mostra, haverá atrações paralelas na Galeria de Artes Franco Melchiorri, que fica ao lado do cinema.

Os artistas plásticos da etnia Macuxi Bartô, Lídia Raposo e Vanda Pajé vão expor, respectivamente, telas, panelas de barro e peças artesanais.

Integrantes do Coletivo Caimbé, o fotógrafo Tana Halú e o jornalista Edgar Borges ambos descendentes da etnia Macuxi, além da poeta Zanny Adairalba, farão uma exposição de foto-poemas.

A ODIC (Organização dos Indígenas da Cidade) fará uma exposição fotográfica mostrando as atividades realizadas ao longo de sua existência.

No sábado, 7 de agosto, última noite da mostra, o grupo Maruai, formado por moradores da comunidade indígena Tabalascada, município do Cantá, fará uma apresentação de teatro e dança parixara no Teatro Jaber Xaud, também no Sesc Mecejana.

Se quiser alguma outra informação, fique à vontade e ligue (95) 9111.4001.

Se você for de alguma unidade educacional e quiser agendar a visita de turmas ou a exibição em um horário alternativo, ligue 3621 3939 e fale com Márcia, Vera ou Felipo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Premiação poética para Zanny Adairalba

Nossa companheira de jornada Zanny Adairalba foi premiada no último sábado (3/7) no XI Concurso de Poesia do Sesi (Conpoesi). Zanny obteve o segundo lugar na categoria Comunidade, modalidade Escrita. 

O poema Folhas também foi premiado na modalidade Interpretação, com a performance da atriz Cecília Monteles obtendo o primeiro lugar.

Zanny, de blusa branca

 
A premiação de Zanny fechou uma boa semana para os integrantes do Coletivo Caimbé. Na segunda-feira (28/6), este que vós escreve levou para casa o troféu de primeiro lugar na categoria webjornalismo do II Prêmio Sebrae de Jornalismo Empreendedor.

Leia o poema:

FOLHAS

 
Eram leves

Como as pétalas de rosas

Sutilmente flutuando sobre o rio

Como folhas

Que se perdem pelas águas

Como impávido teor de calafrio



Eram claras

Como as faces de outras virgens

Que se entregam

Aos caminhos dos amantes

Como rosas

Soltas num vento tão frio

Eram passos

Sobre o trilho dos errantes



Nas canções

Que soam  dias tão tristonhos

Bebe a palidez da face hoje descrente

Misturadas no temor de anjos risonhos

Devoradas por mortais de olhar temente



Quando as águas

Vão passando em devaneio

As palavras vestem seus velhos tormentos

As lembranças viram cinzas de saudade

As idades,

Folhas soltas de outros tempos




quarta-feira, 5 de maio de 2010

A premiação do I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé

Essa tal de internet tem dado umas bagunçadas em nossa vida por aqui. Se não fosse por ela, teríamos postado antes as fotos da entrega do livro Vertebrais à poeta Eli Macuxi, grande vencedora do I Concurso Cultural do Coletivo Arteliteratura Caimbé.

A entrega aconteceu faz dias já, em um agradável final de tarde no complexo poliesportivo Ayrton Senna. Eli veio acompanhada de Vavá, seu marido, e o coletivo foi representando por este que escreve, Zanny Adairalba e Tana Halú. O nosso quarto integrante, Luiz Valério, estava em outra de suas inúmeras bad trips pelo interior de Roraima.

Eli ganhou o concurso após complementar um poema de Rubens da Cunha, autor de Vertebrais. O próprio Rubens escolheu a ganhadora.

O Coletivo Caimbé presenteou Eli com três exemplares dos livros de cordel escritos pelo professor Rodrigo Oliveira: Lavradeiro, O Código Makunaima e O ET de São João da Baliza.

Fiquem aí com as fotos de Taíra Guerreiro. Nos próximos dias vamos anunciar o segundo Concurso Cultural do Coletivo Arteliteratura Caimbé, com mais livros de poesia.

A professora, descobrindo os poemas Vertebrais:



 “Olha, Vavá. Que legal.”

 
Vavá, Eli, Edgar, Zanny e Tana

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A poesia do Poetinha, grátis, para todos

É um post com cara de tuitada: 15 livros de Vinicius de Moraes estão disponíveis para serem lidos de graça na Biblioteca Brasiliana. É só clicar aqui e escolher qual obra você vai baixar.


 

Além disso, é possível conhecer um pouco do contexto de cada publicação.

Corre então. Vai ler poesia.

domingo, 11 de abril de 2010

Resultado do I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé

Finalmente saiu o resultado do I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé, uma parceria nossa com o poeta catarinense Rubens da Cunha. Nosso amigo lá das bandas do sul bateu o martelo ontem à noite e nos comunica de sua decisão no texto abaixo, transcrito literalmente para que não haja dúvidas sobre a lisura do processo. Vamos a ele:

Bom, primeiro o poema original


nada corroer


nesses dias


tímidos



a solidão


- animal inapto -


esquiva-se




--


Olhando os 3 poemas, fico com esse:



nada corroer


nesses dias


tímidos



a solidão


- animal inapto -


esquiva-se




e a lua


- do nudismo adepta -


exibe em prata a pele crua.


--
Gostei porque mantém a sonoridade, brinca com o inapto/adepto, e faz uma aliteração no verso final, que é algo que eu pratico bastante.


Abraços e obrigado pela brincadeira. Adorei.


Rubens


........................


Voltando: o poema escolhido por Rubens é de autoria de Eli Macuxi. Em maio vamos fazer outro concurso, desta vez sorteando o livro “Um brinde a três amigos”, do poeta paranaense Nilton Bobato. Visite-nos sempre e acompanhe nosso perfil no twitter para saber das novidades.


Ah, antes que esqueça: parabéns, Eli Macuxi!


E parabéns aos demais participantes! Rubens decidiu mandar-lhes um exemplar do livro Vertebrais. Para isso, enviem mensagem para o e-mail coletivocaimbe@gmail.com, contendo nome completo, endereço e perfil no Twitter para checar os conformes.

sexta-feira, 26 de março de 2010

I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé

O título é sugestivo, né? Mas não se trata de um concurso com todas aquelas regras e obrigações para os participantes.

É mais uma brincadeira literária feita em parceria com o poeta catarinense Rubens da Cunha, que nos mandou um exemplar de seu Vertebrais, um livro-objeto/caixa-poema recheado de bons versos e estupendas ilustrações que agora vão alegrar a casa dos leitores deste blog.




Se quiser ler sobre a obra, clica aqui. Vais ver que o negócio é bom.

Para receber na faixa o exemplar da caixa-poema, o nobre leitor deverá cumprir três tarefas/condições bem simples. Vamos a elas:

1. Seguir o perfil do Coletivo Arteliteratura Caimbé no Twitter. Para quem ainda não segue, é este: @coletivocaimbe;
2. Morar em Roraima há mais de um dia (Não é discriminação com os queridos que acessam de fora, é apenas a facilidade de entregar diretamente à pessoa sem custos extras);
3. Complementar com três versos o poema de Rubens que segue logo abaixo. O complemento deve ser deixado na caixa de comentários do blog. Para quem ainda não achou, tem escrito “Comments” nela.


O próprio poeta vai julgar os versos complementares. O resultado será tuitado no dia 10 de abril (prazo prorrogado em quatro dias a pedido de alguns tuiteiros).

Então é isso, bem-vindo ao I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé. O próximo, já deixando o pessoal preparado, vai sortear três exemplares de literatura de cordel. As regras serão ainda definidas.

Olha aqui o texto do Rubens e não esquece de seguir o @coletivocaimbe. Boa sorte!


nada corroer
nesses dias
tímidos

a solidão
- animal inapto -
esquiva-se

e... (continue aqui com os três versos)

terça-feira, 16 de março de 2010

Imagens de nossa grande festa poética

Ei, podem me chamar de arrogante e presunçoso, mas a celebração que montamos no Dia Nacional da Poesia 2010 foi a maior, mais alegre, movimentada e democrática comemoração literária de Roraima.


Crianças, jovens, adultos e idosos tomaram conta da Praça das Águas e passaram cerca de três horas lendo, escrevendo e ouvindo poemas declamados por poetas de todas as idades. Tudo de acordo com o tema: “Poesia em Todos os Sentidos”


Foi uma festa muito bonita, fruto de um planejamento de meses feito pelo nosso coletivo. Elogios como os feitos por Oiran Braga, chefão-mor d’O Tiquiri, nos empolgam em nossa jornada literária.


Antes das fotos, vale a pena lembrar quem nos acompanhou nesta segunda edição de nossa festa poética: o Sesc Roraima, que foi co-realizador; a Livraria Saber, a Fetec, a Foto Roraima e o deputado estadual Tião Portela. A todos, valeu!


Então é isso: curtam as fotos e a quem esteve lá, muito obrigado. A quem não esteve, mas torceu pelo sucesso do evento, também muito obrigado. A quem é sempre do contra, vá ler poesia, vá. 


Ah, as fotos são de Tana Halú e Taíra Guerreiro.


Crianças e adolescentes declamaram e escreveram poemas

Turma das artes visuais se integrou ao evento

Cordeis foram vendidos na praça

Poetas de Boa Vista e do Interior se fizeram ouvir

Na sequência:
Gurizada desenhando inspirada em poemas
Escritores Bach e Otaniel exibindo seus cordéis
Público ouvindo as rimas da Gang do Rap
Turma no Bibliosesc
Exposição fotográfica monstrando um ano de atividades do Coletivo Caimbé
Os bibliotecários de Roraima, celebrando seu dia junto conosco
expo fotográfica
Varal de Poesias



Alguns dos poetas da noite


domingo, 14 de março de 2010

Coletivo Caimbé comemora Dia Nacional da Poesia

Texto: Luiz Valério / Entrevistas: Arleide Loura / Fotos: Tana Halu e Taira Guerreiro


A poesia de cordel se fez presente na Praça das Águas

Uma festa feita de versos e, por isso mesmo, diversa. Foi assim a segunda edição do evento comemorativo ao Dia Nacional da Piesia, realizado na noite de sábado (13), na Praça das Águas, em Boa Vista, pelo Coletivo Arteliteratura Caimbé. Este ano o tema da festa foi "Poesia em todos os sentidos". As milhares de pessoas que estiveram na Praça da Águas puderam ver declamações de poemas de autores consagrados e locais, ler poemas aromatizados, ver exposição de fotos, compar livros e ouvir música.

A festa poética foi realizada pela primeira vez pelo Coletivo Caimbé em 2009, quando mais de quatro mil pessoas puderam ver atrações diversas e serem elas próprias a atração. Este ano não foi diferente. Levados pela magia da poesia, crianças e adultos de todas as idades atenderam ao convite do Coletivo Caimbé e declamaram versos próprios e de poetas como Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, entre outros.

Poetas e declamadores de todas as idades recitaram seus versos no evento

Diante de tantas rimas e versos o poeta catarinense Rodrigo Mebs encontrou uma definição sugestiva para a poesia. Segundo ele, poesia é um "utensílio importante para a sociedade". Mestre na arte de compor e declamar, Mebs disse que "a poesia liberta os sentidos que estão presos e pode abrir portas na vida das pessoas". Pelo menos no que diz respeito à imaginação, a poesia abre portas e janelas para a criatividade ficar livre.

Poesia para todas as idades

Killia Maria, estudante de 9 anos, também aceitou o convite e foi tomar um banho de poesia na praça. Ela disse que participava do evento pela primeira vez e achou tudo muito divertido. Killia foi uma das muitas pessoas que liberou a imaginação e escreveu poemas para pendurar no varal poético. Para comprovar a tese de que a poesia sensibiliza pessoas de todas as idades, a jovem Vanessa Silva, também de 9 anos, aproveitou a oportunidade para desenhar e escrever tudo o que sua imaginação ditava. "Eu gosto muito de ler. Leio tudo: gibi, poesia. Me identifico", disse.

Para a dona de casa Emília de Souza, 42 anos, entrar em contato com a poesia em todos os sentido "foi muito bom". Ela saiu de casa para passear na praça e "me deparei com este evento que é muito bonito". Emília de Souza mora na região do Paredão, município de Alto Alegre. "Esta foi a primeira vez que participei de um evento como este. Trouxe a minha filha. Espero que seja realizado mais outras vezes".

Programação

A programação do evento envolveu recital, música, feira de livros, sala de leitura (Bibliosesc), contação de histórias e noite de autógrafos. Co-realizador do evento, o Sesc levou seus livros para que o público pudesse fazer leitura em praça pública. A sessão de autógrafos ficou por conta dos vencedores do IX Concurso de Literatura Infanto-juvenil Sesc 2009. Já a Livraria Saber levou um stand para mostrar títulos relacionados a poesia e outros gêneros literários.


O stand da Livraria Saber recebeu visitas das pessoas que foram à Praça das Águas


Aliás, agradecemos imensamente ao Sesc, Livraria Saber, Fetec, Foto Roraima e deputado estadual Tião Portela pela parceria e apoio em mais este evento. Sem a colaboração de vocês, não teria sido possível realizarmos mais esta empreitada cultural.

Declamadores

Também teve a participação do grupo de hip-hop Gang do Rap, que misturou versos de Vinicius de Moraes com letras de rap. O artística plástico Marcelo Santa Isabel compareceu com as suas tatuagens poéticas. O professor e ator Aldair Ribeiro se fez presente com os estudantes vencedores do XI Concurso de  Poesia da Escola 13 de Setembro. Foi uma intervenção bonita.

O recital ficou por conta dos poetas Walber Aguiar, Rodrigo Mebs, Josimar de Souza, Otoniel, Daniel Moraes, Maximus, Célio, Beatriz Moura, Aldair Ribeiro, as professoras Verônica e Eli Macuxi, Jony Andrey e os vencedores do Primeiro Concurso de Poesia do Colégio Colmeia, que foi realizado tendo como foco o evento do Coletivo Caimbé.

Um ano de Coletivo - O Arteliteratura Caimbé completou no sábado (13) um ano de atividades. A o primeiro evento realizado pelo grupo de promoção cultura foi justamente o Dia Nacional da Poesia 2009. Desde então, promoveu cerca de 20 ações de estímulo e divulgação de literatura, audiovisual, música, teatro, artes plásticas e produção e gestão cultural em quatro municípios de Roraima. 
Detalhes de cada ação estão disponíveis no blog www.literaturacaimbe.blogspot.com. Outra forma de saber o que o Caimbé faz é seguindo o grupo no Twitter: @coletivocaimbe. O coletivo é composto pela gestora cultural Zanny Adairalba, os jornalistas Edgar Borges e Luiz Valério e o artista plástico Tana Halú.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Está chegando o dia da poesia!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vamos encher a praça de poesia

Pelo segundo ano consecutivo, o Coletivo Arteliteratura Caimbé vai celebrar o Dia Nacional da Poesia. Como em 2009, a festa poética será na Praça das Águas, Centro de Boa Vista.
Desta vez, o evento será co-realizado pelo Sesc Roraima. Nossos parceiros são a Livraria Saber e a Fetec (Fundação de  Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista).
A nossa intenção é levar, conforme o tema de nosso evento, Poesia em Todos os Sentidos à população boa-vistense. 
Para isso contatamos um bocado de gente que já está preparada para ser atração neste dia. Entretanto, o grande barato, o grande atrativo do Dia da Poesia é a participação das pessoas, seja declamando, seja pendurando seus versos no varal que vamos estender na praça. 

Dá uma olhada nas atrações e clica no cartaz para ampliá-lo (também pode copiar e distribuir por aí. A gente não esquenta):

-  Microfones abertos para declamação;
 - Varal de poesias;
  - Unidade do BiblioSesc (Contação de histórias);
 - Noite de autógrafos com os vencedores do IX Concurso de Literatura Infanto-juvenil Sesc 2009 e com J.R. Rodrigues, autor de “Coisas que eu diria se fosse um poeta”;
 - Banca da Livraria Saber;
- Grupo de hip-hop Gang do Rap;
 - Poesias tatuadas por Marcelo Santa Isabel;
 - Grupo teatral Terra do Sol;
-  Performance poética com o ator Aldair Ribeiro e os vencedores do XI Concurso de   Poesia da Escola 13 de Setembro;
- Emboladores de coco Buriti e Bacaba;
 - Show com a banda Iekuana.

E aí, vamos tomar conta da Praça com muita poesia?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Circuito 13 reúne cerca de mil pessoas no 13 de Setembro

Escrito por Luiz Valério
 
O Circuito 13, evento comemorativo ao aniversário do bairro e da escola 13 de Setembro, realizado na noite de domingo (13), na Praça dos Oleiros, foi um grande sucesso. Apresentações de capoeira, hip-hop, rap, rock, exibição de filmes regionais, participação da fanfarra da escola e uma exposição de poesias deram o tom da noite. 
Com uma programação cultural bem diversificada, os moradores do local puderam viver um momento de lazer e conhecer os talentos da própria comunidade. A promoção do Circuito 13 foi uma ação conjunta da banda Iekuana e do Coletivo Arteliteratura Caimbé.  Aproximadamente mil pessoas participaram da festa.
O grupo de capoeira Raízes do Brasil abriu o evento mostrando muita ginga. Em seguida se apresentou a fanfarra da Escola 13 de Setembro, que tem apenas sete meses de existência. Na sequência, o grupo Angola Palmares entrou em cena mostrando seu estilo de capoeira. Essas atrações iniciais serviram para chamar a atenção dos moradores que aos poucos foram chegando e se integrando ao Circuito 13.
Um dos momentos mais prestigiados da festa foi a apresentação da Gangue do Rap, que veio do bairro Nova Cidade para prestar uma homenagem aos moradores do 13. As letras de rap cantadas pelos MCs Tiago e Frank empolgaram quem estava presente. Eles cantam os problemas da periferia e a negligência da elite e do poder público local. Outro momento que encheu os olhos do público foi o grupo Nação Hip-Hop, com uma bela demonstração de dança de rua.
As atrações que fecharam o Circuito 13 foram as da banda Iekuana e A Coisa. A banda Iekuana é composta por Stallyn Buckley (vocal), Avinash (guitarra), Dant Aliguieri (baixo), Rhayder (guitarra) e Jamil (bateria). Todos os integrantes do grupo musical nasceram e foram criados no bairro 13 de Setembro. As músicas da banda retratam a realidade do bairro e protestam contra a violência e os desmandos políticos. 



Para Rhayder, o Circuito 13 foi um dos momentos mais importantes da sua vida, pois teve o prazer de comemorar o crescimento do bairro que o viu nascer e crescer. “Eu estou muito feliz mesmo. Muito obrigado a todos”, disse. O vocalista Stallyn lembrou que o 13 é um bairro esquecido e que as autoridades precisam dar mais atenção àquela comunidade.
O cineasta roraimense Thiago Briglia, autor dos documentários “Nas trilhas de “Makunaima” e “Roraimeira” exibidos na noite de domingo, esteve presente no evento e falou ao público sobre o processo de produção dos filmes. Também foi exibido no ônibus do Cine Assembléia, projeto da Assembléia Legislativa de Roraima, apoiadora do Circuito 13, o filme “Dívida sangrenta”, do cineasta Alex Pizano. Este também é um talento roraimense que se dedica à sétima arte. 
Preocupado com a violência que assusta a periferia de Boa Vista, Frank Alves, o MC Frank da Gangue do Rap, disse que é preciso pensar no futuro para construir uma realidade melhor. Ele e seu parceiro musical, Tiago, usam as letras de rap para denunciar o caos social existente nos bairros mais carentes.
Convidados a participar do Circuito 13, Tiago e Frank deixaram a sua mensagem e disseram ter sido um momento muito feliz poder se integrar na festa de aniversário do bairro.  
Para realizar o evento, o Coletivo Arteliteratura Caimbé e a banda Iekuana contaram com o apoio da Folha de Boa Vista, Rádio Monte Roraima FM, Prefeitura de Boa Vista/Fetec, da Assembléia Legislativa e da Codesaima.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

E deu certo, muito certo

Fazer a produção de eventos definitivamente não é tão fácil e prazeroso quanto geralmente é simplesmente assistir a um evento.


É pré-produção, produção e pós-produção que não acaba mais. É cronograma com as atividades listadas, divisão de tarefas, providenciar aquilo e aquilo outro, trabalhar feito louco no dia e não poder sentar para desfrutar na calma do espectador.


Tudo isso vale a pena se no final dá tudo certo. E no nosso caso, deu muito certo o show beneficente Canto Solidário. O Coletivo Arteliteratura Caimbé conseguiu
arrecadar R$ 2.230 para ajudar no pós-operatório do bibliotecário Roberto Carlos Cunha e seu filhotinho de três anos. A grana foi depositada na manhã desta segunda (14).


O show não teria sido realizado sem a colaboração dos artistas, das
empresas, instituições e pessoas que de uma foram ou outra contribuíram para o movimento.


A lista dos engajados, mais uma vez, para reforçar o agradecimento:

Artistas:

The Masc (grupo de dança de rua)

Claudio Moura (voz e violão)

Claudia Lima, acompanhada de Claudio Moura


André Lobo (voz e violão)


Magoozaia (voz e violão)


Halisson Crystian (voz e violão)


Banda Capitão Kaverna


Banda Mr. Jungle


Banda Iekuana


Banda Uzina, que mudou de nome para Chance e Revanche


Banda Guy-bras


Declamadora Vânia Coelho


Fotógrafo expositor Tana Halú, que também é do coletivo.



Empresas e instituições

Estúdio Parixara


Gráfica Real


Fetec (Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista)


Comercium Empreendimentos


Arte Foto Hora


Foto Alegria


Rádio Tropical FM (94,1)


Rádio Monte Roraima FM (107,9)


Guaraná Mania


Loja do Ciclista



Pessoas que também ajudaram



Gilson Guarabyra, publicitário que produziu o spot

Marcelo Seixas, que fotografou os artistas


Taira Guerreiro, que fotografou a platéia e os bastidores da festa


Pedro Alencar, que filmou o show


Família Cyneida, Camila e Guilherme Correia, que ajudou na
divulgação e venda de
bebidas


Funcionários da Fetec e Ministério Público Estadual que ajudaram a

vender ingressos antecipados

O ilustrador Marcelo Santa Isabel e os contadores de histórias Marcos
e Moacir Du Monte, que deram apoio durante o show

Alex Pizzano e Paulo Thadeu, galera gente fina em cujo nome
agradecemos ao Sesc Roraima

Sangela Saito e seu namorado Paulinho, que perderam todo o show para
ficar na portaria vendendo ingressos

Lay Adairalba, pela força na venda de bebidas


Galera da empresa de sonorização Rickson, que deixou o som rolar além
do tempo do contrato

Os irmãos Natanael e Sidney de Lima Ferreira, que mobilizaram uma boa
turma nesse processo todo

Tarcísia Santos, que ajudou na arrecadação dos ingressos vendidos


Jamil Abensour, da banda Iekuana, que emprestou sua bateria



Pessoal que ajudou a divulgar:


jornais Folha de Boa Vista e Roraima
Hoje;

sites Roraima em Foco, Jornal do Rádio, Portal Amazônia, Fonte
Brasil e
Overmundo;

blogs do Marcelo Perez e do Fórum Permanente de
Cultura de Roraima;

rádios Roraima 590 AM, Tropical 94,1 FM, Monte
Roraima 107,9 FM;

TVs Roraima/Globo e Ativa.

Se esqueci de alguém é
que não vi/ouvi/li.

Sem essa turma toda e alguns outros que possivelmente estou deixando passar, o evento não teria saído. O Coletivo Caimbé, como foi dito em várias entrevistas, apenas catalisou a boa vontade desses roraimenses, tornando a ação uma realidade.


Muito obrigado e vamos continuar torcendo pela recuperação plena dos Cunha.

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