Mostrando postagens com marcador oficina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oficina. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oficinas no Rock na Floresta 3

Tana Halú e eu estivemos em São João da Baliza neste final de semana para ministrar uma oficina de confecção de bonecos com masinha de modelar e de criação literária em blogs .




O Município do sul de Roraima, como escrito no post anterior, fica a 320 tortuosos, esburacados e difíceis de trafegar quilômetros de Boa Vista. Total da viagem: 740 tortuosos, esburacados e difíceis de trafegar quilômetros.

As oficinas do Rock na Floresta 3, evento promovido pelo curso de Engenharia Florestal da Universidade Estadual de Roraima, foram bem legais

Tana Halú saiu de Boa Vista na sexta-feira, por volta das 20h, e chegou em São João às 4 da matina.   Logo depois estava fazendo seus bonecos. O que era para ser uma oficina apenas, virou duas. O povo adorou.





Eu saí de Boa Vista no sábado às 9h30 e cheguei lá por volta das 14h.  No meu caso, foi descer, almoçar e correr para a sede da Escolegis, onde ia rolar a oficina. Turma boa, com uns 12 meninos e meninas da UERR e do ensino médio. Tudo correndo muito bem, com explicações e uma atividade de redação, até a hora de criar os blogs de cada um.

Justo aí, no segundo tempo deste jogo de realidade e ficção, a internet travou e não abriu o Blogger nem o Wordpress. Abri tudo na web, menos essas duas plataformas. Para fechar a rodada, faltou energia. Ainda bem que a turma levou tudo no bom humor e se contentou com imaginar, levados pelo meu relato, como se faz uma postagem de texto, foto, link e vídeo. Enquanto falava, lembrei dos relatos do povo que cursou jornalismo no começo da UFRR: como não havia máquinas para manusearem, ficavam apenas vendo os desenhos feito nos quadro representando as peças e os ajustes.

O Rock na Floresta 3 durou dois dias. O fechamento foi com shows de rock. Os músicos mandaram muito bem: Onore representou São João com seus covers de pop-rock e a turma da Hathor's colocou o povo para pular com as canções da Pitty (um salve à vocalista, mirradinha de tamanho, mas uma gigante no controle do público).


 Banda Onore (foto Tana Halú)



Hathor's (foto Tana Halú)


Banda Iekuana  (foto Tana Halú)




 A galera da Iekuana subiu no palco às duas da madruga e mandou, excetuando uma d'O Rappa, só composições próprias. Puta show dos caras, encerrando uma boa noite de rock na terra onde o forró e o brega dominam ruas, restaurantes e qualquer espaço onde possa ser ligado um aparelho de som.

Rock na Floresta fechado, vamos agora preparar a mostra Vídeo Índio Brasil 2010. Só que isso é tema para outra postagem.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Rumo a São João da Baliza

No próximo final de semana Tana Halú e este que vos escreve vamos encarar 320 esburacados quilômetros até o município de São João da Baliza, onde será realizada a terceira edição do Rock na Floresta.


O Coletivo Caimbé foi convidado a participar da atividade ministrando duas oficinas.  Eu vou ministrar uma de criação literária em blogs e Tana uma sobre bonecos de massinha.

O Rock na Floresta é organizado pela turma de Engenharia Florestal da Universidade Estadual de Roraima e comemora o Dia do Engenheiro Florestal, celebrado em 12 de julho, e o Dia Internacional do Rock, festejado todo 13 de julho.

Além de nós, outras pessoas de Boa Vista vão deixar a cidade para ministrar oficinas lá no sul de Roraima.

Confira a programação:
Dia 9 de julho (sexta-feira)

7h30 às 12h Caminhada ecológica na Serrinha de Baliza

8h às 12h Oficina de teatro com o ator Francisco Pinheiro - Gerente de Cultura do Sesc

14h às 15h Palestra: “Perspectivas do Curso de Engenharia Florestal para o Estado de Roraima” com o Professor M. Sc. Biólogo Rodrigo Oliveira

15h10 às 16h10 Palestra: “Turismo rural e ecoturismo voltados para o desenvolvimento do interior do Estado de Roraima” com o Professor M. Sc. Turismólogo Thiago Costa

16h20 às 17h20 Palestra: “A conservação da natureza como forma de proteção da biodiversidade” com o Professor M. Sc. Nilton Barth

20h às 21h30 Apresentação de peça teatral com o grupo “A bruxa tá solta” de Rorainópolis


Dia 10 de julho (sábado)

8h30 às 10h30 Oficina: “Bonecos de massinha” com o artista plástico Tana Halú, do Coletivo Arteliteratura Caimbé

9h30 às 11h30 Oficina: “Aprenda a tocar bateria” com o músico Franklin Lima, do Instituto Batera´s Beat

15h às 17h30 Oficina: “Criação literária em blogs” com o escritor Edgar Borges, do Coletivo Arteliteratura Caimbé

22h30 às 3h Show de Rock com as bandas HATHOR´S, ONORE e IEKUANA

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Coletivo Caimbé participa do Grito Rock 2010 em Roraima

O Grito Rock 2010 promoverá diversas oficinas na edição de Boa Vista. Entre elas estão a de confecção de bonecos de massinha e a de fotografia, que serão ministradas por Tana Halú.

As oficinas são parte da política do Coletivo Arteliteratura Caimbé de integrar-se aos movimentos culturais de Roraima e outras partes deste mundão. O Grito Rock em Roraima é organizado pela turma do Coletivo Canoa Cultural.

Veja uma matéria publicada segunda (8) na Folha de Boa Vista sobre as oficinas:

Grito Rock terá oficinas de fotografia e berimbau


   

Foto:  
Contramestre de capoeira vai ministrar oficina
O Grito Rock 2010 promoverá diversas oficinas na edição de Boa Vista. Entre elas estão a de confecção de bonecos de massinha, fotografia e introdução ao toque do berimbau. As atividades são gratuitas e com número limitado de participantes. Para se inscrever, basta enviar um e-mail para coletivocanoacultural@gmail.com ou ligar para 8113 4574.

A oficina de massinhas será ministrada pelo artista plástico Tana Halu no dia 13 de fevereiro, sábado, das 9h às 11h. Pessoas de todas as idades podem participar e aprender como desenvolver suas habilidades manuais. Além da utilização pedagógica em sala de aula, a massinha pode ser utilizada para modelar personagens criados para histórias de adultos e crianças. Tana, que integra o Coletivo Arteliteratura Caimbé, será responsável pela oficina de fotografia, que também acontece no dia13, das 15h às 18h.

Já a mistura do berimbau com outros ritmos será feita pelo contramestre Ongira, do Ponto de Cultura Associação Angola Palmares, na quarta-feira (10). A proposta é mostrar aos participantes um pouco da história do instrumento, sua utilização na roda de capoeira e o que representa na cultura afro-brasileira. Na parte prática, os participantes estudarão os principais toques do instrumento, chamado pelos capoeiristas de ‘violão de uma corda só’.

“O berimbau hoje é utilizado por muitos músicos e bandas de rock e outros ritmos como um elemento que traz uma sonoridade diferente às apresentações. Foi pensando nessa possibilidade do acréscimo que decidimos participar do Grito Rock, mas a oficina está aberta a não músicos também”, diz o contramestre Ongira, que coordena um grupo de capoeira com núcleos em diversos bairros de Boa Vista.

Fotografias das oficinas de massinha, foto e toque do berimbau serão publicadas posteriormente no blog do Coletivo Arteliteratura Caimbé (www.literaturacaimbe.blogspot.com). O Grito Rock é um evento realizado pelo Circuito Fora do Eixo na América Latina. Esse ano será a 3ª edição aqui em Boa Vista. A programação tem 100 vagas para capacitação em oficinas gratuitas (10 vagas por curso) e duas prévias para a circulação de novas bandas realizadas nos dois últimos domingos. 

......
Também foi publicado um material no site Roraima em Foco.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sobre viagens e batalhadores do Interior

Como o Luiz falou no post anterior, o Coletivo Caimbé caiu na estrada semana passada.

Estivemos na quarta (28) no Cantá, a 89 km asfaltados de Boa Vista. Exibimos filmes e falamos sobre animação para crianças, jovens e adultos. A parceria com o pessoal da Associação Brasileira de Cinema de Animação, a Prefeitura do Cantá, o Centro Regional de Ensino e o Sesc Roraima permitiu que a comunidade conhecesse um pouco sobre este tipo de filme e ampliasse seus horizontes.

Na sexta (30), feriado por conta da passagem do Dia do Servidor Público, comemorado na quarta, caímos para outra banda de Roraima. A Vila Nova União fica na zona rural do Cantá, a 130 km apenas parcialmente asfaltados de Boa Vista.


Pensem nisso no inverno...

A estrada de piçarra parecia não ter fim. Em alguns momentos lembrava uma montanha-russa, com morrinhos bons para se descer numa bike.



Senhor, será que chegaremos lá?

Bifurcações e pedidos de orientação depois, finalmente chegamos na vila, longe demais da Capital para ter conexão com internet que não seja a do programa de inclusão digital Gesac, longe demais para ter acesso à rede de telefonia celular, mas bem perto para a molecada ficar antenada no Youtube e no Orkut, como descobrimos depois.

O projeto Grandes Nomes da Literatura é muito bacana. Mistura letras, teatro, artes plásticas e atividades físicas na dose certa para animar a vila, que tem 120 casas aproximadamente.

A escola Otilia de Sousa Pinto estava tomada por desenhos e quadros feitos pelos alunos a partir de obras de Portinari e outros artistas que registraram o ambiente das obras de Graciliano Ramos.

Para reforçar a ambientação, a escola preparou uma degustação de pratos típicos do sertão, como carne seca com mandioca e bolo de milho. A turma partiu pra cima sem pena.

Gostei muito dos quadros, alguns pintados sobre papel reciclado feito pelos próprios alunos. A intenção do professor José Vilson Martins Filho, um dos organizadores do evento, é fazer uma exposição em Boa Vista no final do ano ou no começo de 2010, trazendo alguns dos jovens pintores para a Capital. Entre eles deve estar Evandro, que mora numa vicinal a 59 km da escola, onde trabalha como monitor.

A programação deste ano foi ampliada com a participação do Coletivo Caimbé, que levou as oficinas de massinha do Tana Halú e de montagem de blog com Luiz Valério. Aproveitamos também o embalo do Dia Internacional da Animação e fizemos uma sessão de vídeos infantis numa das salas da escola. A turminha se amarrou.






Turminha com a mão na massinha


A distância da Capital e a falta de opções de lazer estimulam os professores a tocar projetos que afastem a juventude de coisas como as drogas. A vila fica na região das Confianças, a preferida para procurados pela Justiça e jurados de morte se esconder. Quando se entocam nas vicinais, geralmente levam com eles pacotes com ervas do diabo para consumir e vender.

Outra preocupação dos docentes é a questão do sexo precoce. Como eu já fui de cidade pequena (não tão pequena como a vila), sei que a primeira coisa que se aprende nas tardes de sábado é a beber e a cantar as meninas para ir brincar de médico. Fora isso tem a própria falta de expectativa do crescimento pessoal. Ou seja, é um cenário em princípio desanimador.




Oficina de criação de blog


Para combater isso, os professores se viram como podem e buscam suas parcerias. As vitórias já começam a aparecer. Veja algumas:

[1] A escola ficou em segundo lugar neste ano no festival estudantil Visconde de Sabugosa, do qual participou pela primeira vez. Ganhou de várias outras que investem pesado há anos no incentivo ao teatro. A peça também foi apresentada em um bosque situado atrás da escola, com participação de comunidade.

[2] Montou parceria com o Instituto Federal de Roraima para montar uma horta orgânica que abastece a merenda da escola. A intenção é levar o conceito para as famílias e melhorar a nutrição de todo mundo.

[3] Participa do 1º Prêmio Femact de Incentivo à Gestão Escolar Ambiental e Cidadania. Paredes que ganharam quadros, aulas para reciclar papel, recuperação do bosque que fica atrás da escola e outras ações semelhantes fazem parte das metas atingidas.
Ou seja, essa escola é porreta!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Esparsos, mas juntos

Estamos por aí, divididos em várias funções e atribuições além daquelas do trabalho comum e rotineiro.

Luiz, Zanny e eu andamos mexendo com a organização da I Conferência Municipal de Cultura de Boa Vista, marcada para 20 e 21 de outubro. A dita cuja tem até um blog para vocês visitarem: www.conferenciabv.wordpress.com

Também seremos moderadores dos eixos temáticos das conferências de cultura dos municípios do Interior de Roraima. Eu vou dia 9 para Alto Alegre e dia 26 para Mucajaí. Nesse aqui a Zanny também vai.

Luiz também se meteu na organização da I Conferência Estadual de Comunicação, etapa preparatória para a Nacional.

Zanny, Tana e eu estamos redigindo projetos para ver se conseguimos obter uma verba bacana para tocar uns projetos. Isso cansa, desgasta, estressa. Se der certo, vai ser legal pois vai dar uma força nas ideias do coletivo.

O Tana vai fazer oficinas de massinha e fotografia em alguns eventos de Boa Vista. Um deles que já confirmou é o Festival TomaRRock. Aqui tem algumas informações.

Vamos nesta semana dar um pulo no município do Cantá para ajudar na produção do II Rock na Estrada, uma realização das bandas Iekuana e A Coisa que terá parte especial do Raul Seixas cover e a banda Metamorphosis. A festa vai ser dia 10. 

Além desses projetos para o Coletivo Caimbé, estou me preparando para fazer material para dois editais do Minc e ver se fortaleço o pessoal do ponto de cultura Capoeira Angola Palmares.

Toda essa história de editais vai ser o pega de outubro, juntamente com as conferências.

Por aí andamos, sem ser em vão.


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Coletivo Caimbé leva oficina de texto para escola pública

Ontem nós, do Coletivo Arteliteratura Caimbé, voltamos a agir com intervenções públicas, desta vez em escolas da rede estadual.

O amigo Tana Halu ministrou oficina de contação de histórias na Escola Estadual Oswaldo Cruz, no Centro de Boa Vista, e eu ministrei uma outra de produção de textos na Escola Maria dos Prazeres Mota, no bairro Santa Tereza, periferia da cidade.

Foram momentos agradabilíssimos de discussão sobre a magia das palavras e o impacto delas na nossa vida como pessoas cidadãs. Aliás, o tema da minha oficina foi: Construindo a cidadania através das palavras.

O público da Oficina de Produção de Textos foi composto por alunos do primeiro ano do Ensino Médio. O objetivo foi fornecer subsídios teóricos e práticos sobre como produzir um texto de forma elegante e atraente para o leitor.

O trabalho foi feito de forma lúdica, finalizando com um exercício no qual os participantes elaboraram um texto contando a sua história. Mais uma vez ficou comprovado que, quando estimulados, os jovens são capazes de produzir peças textuais interessantíssimas.

É o caso, por exemplo, da aluna Luar Galvão, que aos 14 anos se descobriu grávida, mas não se deixou a bater pelas dificuldades. Hoje, aos 15 anos, ela é uma jovem mãe feliz e consciente da responsabilidade que é criar uma filha. Vamos ao seu texto:

“Mãe aos 14 anos

Falar de mim é difícil, pois enxergar os nossos próprios defeitos é complicado. Meu nome é Luar e vou falar um pouco da minha vida.
Quando eu tinha 14 anos, tive uma descoberta que não me confortou. Descobri que estava grávida e isso fez com que eu amadurecesse um pouco.
Não é nada fácil você engravidar na adolescência, sem completar os estudos, sem emprego, casa, enfim, sem estabilidade na vida. É muito difícil, pois você pensa que [a gravidez] irá atrapalhar a sua vida e que ninguém irá te apoiar. Pensa que irão te julgar, te deixar para trás... Mas, na realidade, para minha sorte, foi tudo ao contrário do que eu pensei.
Graças a Deus, posso dizer que sou uma menina de sorte. Hoje estudo e procuro ser uma pessoa madura. Ter um filho, na verdade não atrapalha, muda a nossa vida.
Hoje tenho 15 anos e sou muito feliz, pois essa gravidez fez com que eu crescesse não em tamanho, mas sim em mente.
Se no início foi desconfortável, hoje eu aprendo cada dia e hora que passo ao lado da minha filha. Aprendo coisas novas e me sinto uma pessoa vitoriosa, pois não perdi nada. Ao contrário, considero que ganhei.”
(Luar Galvão, 15 anos, aluna do primeiro ano do Ensino Médio da Escola Maria dos Prazeres Mota)

Um outro texto bastante interessante é o da menina Mágida. Ela dá uma aula de auto-estima a todos nós. Vamos a ele:

“A história do meu nome e a sociedade

Me chamo Mágida, tenho 15 anos. Eu gosto muito do meu nome. Minha mãe decidiu por esse nome em mim para homenagear sua melhor amiga de escola: Mágida Azulay. Na sociedade, meu nome faz o maior sucesso, pois a maioria das pessoas o acha bonito, apesar de muitas pessoas bagunçarem, caçoarem e criticarem o meu nome. Mas para mim isso não importa. O que realmente é importante para mim é que eu gosto dele.
Muitas pessoas não gostam do seu nome porque o acham feio ou desagradável. Mas minha opinião sobre isso é que se nós mesmos não gostarmos do nosso nome, quem gostará?
Tem muita gente que às vezes tentam me chatear por causa do meu nome e não conseguem, pois penso da seguinte forma: eu é que tenho que gostar do meu nome, pois a opinião negativa de alguém para mim não tem valor.
Amo o meu nome e agradeço aos meus pais por ter me dado um nome tão bonito. O melhor é que é muito difícil encontrar na sociedade uma xará (alguém com o mesmo nome).”
(Mágida, 15 anos, aluna do primeiro ano do Ensino Médio da Escola Maria dos Prazeres Mota)
O texto do jovem Nailson me fez lembrar um pouco da minha infância e adolescência, quando me dividia entre o estudo e o trabalho como ourives na joalheria de amigos da minha família. Eis o relato de Nailson:

“Um jovem joalheiro

Meu nome é Nailson. Nasci na cidade de Santarém, Estado do Pará, no ano de 1994. Minha mãe escolheu esse nome para mim porque achou bonito e interessante.
Meu dia-a-dia é bem legal, pois faço natação e sou o guitarrista da banda da minha igreja há um ano. Gosto muito de tocar. Aliás, é uma das coisas que mais gosto de fazer, quando estou em casa. Mas quando tem tarefa, faço primeiro para depois tocar. Minha família é um pouco humilde e todos são evangélicos. Pela manhã trabalho na joalheria do meu tio. Estou aprendendo a fazer várias coisas. Eu pretendo terminar meus estudos e cada dia saber mais e mais.” (Nailson Silva, 15 anos, aluno do primeiro ano do Ensino Médio da Escola Maria dos Prazeres Mota)

E assim, com o texto do estudante Nailson, concluo este post. Ainda tenho vários outros textos para postar. E a meninada da Escola Maria dos Prazeres Mota está na expectativa de ver os trabalhos publicados aqui no blog.

Bom, ficou claro que com um pouco de incentivo a garotada pode ir muito longe no que diz respeito à produção de texto, não é. Tudo é uma questão de estímulo de fazê-los se sentirem capaz de transpor suas ideais para o papel ou a tela do computador. É um trabalho que vale muito a pena.

Darei seqüência à publicação dos textos em breve. Até logo.

Posts mais populares

Posts Recentes

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO