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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Mike Guy-bras e Lionela - Redemption Song Bob Marley



Mike Guy-bras é um cantor guianense radicado em Boa Vista, Roraima, onde lidera uma banda chamada Guy-Bras. Já se apresentou em diversos estados do Brasil. Lionela é a sua filha, que sempre o acompanhou em suas apresentações e agora também assume os vocais nos shows.
A gravação foi feita no aniversário de 41 anos de Mike, na Casa Cultural do Coletivo Arteliteratura Caimbé

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Artistas promovem ato público contra o abandono da Casa de Cultura de Roraima

Estaremos lá com a nossa exposição de fotopoemas.
 
Matéria do site da Folha de Boa Vista
 
 

O prédio da Casa de Cultura está interditado pela Defesa Civil

Com o objetivo de sensibilizar o poder público para a necessidade urgente de restauração e revitalização da Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, localizada no Centro, da Casa do Estudante em Manaus e da Casa do Estudante em Belém (PA), o Fórum Permanente de Cultura de Roraima fará amanhã, às 16h, um ato público em frente à Casa da Cultura.

A decisão foi tomada após discussão da atual situação dos prédios, em reunião realizada no dia 14 de dezembro, onde estiveram presentes representantes do fórum, que é formado por diversas áreas artísticas e culturais de Roraima.

Durante a manifestação, os artistas vão colher assinaturas para um abaixo assinado que será entregue ao governo do estado e também para a Assembleia Legislativa, junto com a carta aberta “em favor do patrimônio cultural de Roraima”. 

Os artistas e simpatizantes da cultura reivindicarão por agilidade entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no que se refere aos procedimentos necessários para a salvaguarda dos bens culturais de Roraima; tombamento das Casas do Estudante em Manaus e em Belém como patrimônio histórico do Estado de Roraima.

Além disso, sugerem que os três prédios sejam transformados nas Casas de Cultura de Roraima, espaços destinados a comercializar arte e artesanato, promover shows e eventos artísticos, exposições e debates, cinema e fotografia, mostras culinárias, disponibilizar informações e roteiros turísticos, além de servir de local de hospedagem para produtores e mediadores culturais em turnê.

“Queremos que novas utilidades sejam dadas as casas. Por isso sugerimos que se transformem em Casas de Cultura”, comentou uma das integrantes do fórum, Mônica Padilha.

A carta aberta explica que “o motivo que conduziu a discussão refere-se ao flagrante estado de abandono, deterioração e a falta de função e uso das referidas casas”. Conforme Mônica, o desinteresse do estado em relação aos prédios tornou-se algo visível para toda a população. “Sejam pessoas do meio cultural ou não, podem ver a situação que se encontra a Casa da Cultura, já que fica localizada em uma das principais vias de Boa Vista, a avenida Jaime Brasil”, disse.

“O fechamento da Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, interditada pela Defesa Civil, e a subutilização e desvirtuamento das Casas do Estudante em Manaus e em Belém foram o mote para a decisão de pedir engajamento da sociedade roraimense em prol da restauração desses patrimônios culturais, buscando sensibilizar o poder público para a urgente necessidade da adoção de atitudes proativas que garantam a salvaguarda desses bens de relevante importância histórica e cultural para Roraima”, diz a carta. (N.S)


Prédio histórico está interditado desde junho

A Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller, situada na esquina das avenidas Jaime Brasil e Sebastião Diniz, tombada por intermédio dos decretos 722 e 723/1994, está fechada desde o mês de junho, pois a estrutura estava pondo em risco a vida das pessoas que procuravam o local para fazer pesquisas e os funcionários. 

O acervo foi transferido para o Conselho Estadual de Educação de Roraima, localizado na avenida Santos Dumont, bairro São Francisco. A Casa de Cultura é um espaço público onde se concentrava grande parte do material histórico de Roraima, como jornais, livros, fotos, fitas, documentos, quadros artísticos e de homenagem, sendo utilizado por muitos estudantes e pesquisadores que frequentavam o local diariamente.

Mas, conforme a gerente do Núcleo de Patrimônio Histórico, Meire Saraiva, a quantidade de pessoas que procuravam a Casa para fazer pesquisa diminuiu. “Muitas das pessoas, principalmente estudantes, não sabem que as pesquisas podem ser feitas aqui no prédio do Conselho Estadual, por isso não estão fazendo as pesquisas. Antes tinha dia que mais de trinta alunos faziam pesquisas”, relatou Meire.

A Folha foi à Casa da Cultura na manhã de ontem e constou que o prédio encontra-se comprometido, colocando em risco as pessoas que passam pela calçada da avenida Jaime Brasil. Entre os problemas no prédio estão às infiltrações, forro solto, mofo, cupins e desgaste do piso. 

No local, o funcionário de serviços gerais estava fazendo a limpeza do jardim. Ele disse que vai à Casa da Cultura todas as segundas e terças-feiras. Do lado de fora do prédio permanecem três aparelhos de ar-condicionado.

MPE - No dia 12 de abril deste ano o Ministério Público Estadual (MPE), protocolou ação civil pública contra o Estado de Roraima para obrigá-lo a reformar a Casa de Cultura Madre Leotávia Zoller, por descumprimento da legislação estadual no que tange à conservação de patrimônio cultural devidamente tombado como “patrimônio cultural dos roraimenses”.

Em setembro de 2009 chegou ao conhecimento do MPE uma reclamação noticiando que a Casa da Cultura estava com suas instalações deterioradas, devido à falta de manutenção. A informação foi confirmada pelo oficial de diligência do Ministério Público, constando que “o prédio encontra-se em situação de até uma possível interdição”. (N.S)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Terceira leva de #Versificados em Boa Vista

Versos publicados nos classificados do jornal Roraima Hoje no dia 3 de dezembro , em mais uma leva de #Versificados em Roraima.


Clique para ampliar.

domingo, 12 de setembro de 2010

#Versificados em Roraima


E aí, pessoal que faz poesia? 

Quem quiser integrar-se ao movimento poético #Versificados, idéia de uma turma que faz poesia nas demais regiões do País, terá o próximo sábado (18 de setembro) para iniciar-se nesta onda.
 
A idéia é bem simples: publique um ou mais poemas nos classificados dos jornais de sua cidade e depois mande a imagem deles para o blog do #Versificados publicar. A meta é espalhar poesia de forma incomum nos veículos de comunicação de massa.
 
Em Boa Vista, o jornal Roraima Hoje já disse que vai abrir espaço. É só mandar na sexta-feira (17) um e-mail para roraimahoje@gmail.com, com o assunto “Para publicação #Versificados”. No corpo do e-mail, insira o seu poema e aguarde o sabadão chegar. Se quiser e tiver abertura, pode publicar nos demais jornais da cidade: Folha de Boa Vista e Monte Roraima.
 
Para conhecer o padrão de publicação que o pessoal faz lá fora, acessa o blog do #Versificados.

É isso. Pelo que o pessoal falou, no Norte ainda não rolou nenhuma publicação do movimento. Então fica aí o convite: vamos espalhar poesia?

domingo, 5 de setembro de 2010

Dia da Amazônia é comemorado com exposição no MIRR

Matéria tirada daqui.

A Fundação Estadual do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Femact), por meio do Museu Integrado de Roraima (MIRR), realiza uma exposição para comemorar o Dia da Amazônia, celebrado em 05 de setembro. A mostra está aberta à visitação pública no museu, que fica no Parque Anauá.




A exposição, que é temporária, mistura a arte do pintor Bartô e fotos de Tana Halú com poemas de Edgar Borges e Zanny Adairalba. A temática dos textos e das imagens é focada em costumes e o cotidiano indígena.





Tana Halú, Edgar Borges e Zanny Adairalba são integrantes do Coletivo Arteliteratura Caimbé (www.literaturacaimbe.blogspot.com), grupo que realizou em agosto, pela primeira vez em Boa Vista, a mostra nacional Vídeo Índio Brasil, composta de curtas, média e longas, produzidos por e sobre indígenas.



As obras do artista plástico Bartô, produzidas em óleo sobre tela, retratam principalmente a fauna e flora da região, com um toque de surrealismo.

As fotos de Tana Halu juntamente com os poemas de Edgar Borges e Zanny Adairalba, destacam as peculiaridades da cultura indígena. (Informações: 3623-1663).

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dia Internacional da Animação em Roraima


Realizaremos em 28 de outubro, pelo segundo ano, o Dia Internacional de Animação em Roraima. As exibições vão acontecer em quatro municípios: Boa Vista, Alto Alegre, Mucajaí e Vila União, no Cantá. A parceria é com a ABCA.

Em 2009 promovemos a mostra do DIA em Alto Alegre. Este ano fizemos vários contatos e consiguimos mobilizar agentes locais para ampliar o alcance das ações do Coletivo Caimbé.

É bom lembrar que de 31 de julho a 7 de agosto, fizemos a Mostra Vídeo Índio Brasil em Boa Vista.

Aliás, quem quiser conferir a exposição de panelas de barro, telas, fotografias e poemas que rolou paralela ao Vídeo Índio Brasil é só chegar na galeria do Sesc Mecejana até  o final do mês.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vertebrais em novas mãos

Antes tarde do que nunca, como diz o ditado. Entregamos esta semana mais um exemplar do livro Vertebrais a um dos participantes do concurso cultural que fizemos em março deste ano. Demorou tanto pelo seguinte: só uma pessoa iria receber. Quem ganhou à época foi a poeta Eli Macuxi.

Depois da entrega, nosso parceiro Rubens da Cunha, autor do livro de poesias Vertebrais e manda-chuva do blog Casa de Paragens, decidiu presentear os demais participantes. Demorou um pouco para os livros chegarem lá de Santa Catarina, mas finalmente foram entregues. Depois disso fomos atrás dos demais participantes. A primeira a receber foi a jornalista Vanessa Brandão, que nos mandou esta mensagem e sua fotinha segurando alguns dos poemas do Vertebrais:



A boa poesia sempre me deixa feliz e angustiada ao mesmo tempo. Feliz por ter o prazer de ler algo lindo, intrigante e angustiada por não ter como mostrar a todos o quanto são lindas. Dá vontade de sair com o livrinho nas mãos... 'leia isso, olha que coisa bonita'. Achei muito interessante também o formato de publicação e as ilustrações. Tudo de muito bom gosto e não poderia ser diferente para abrigar um trabalho tão precioso. Amei o presente.

Vanessa



*******

Um abraço ao Rubens direto do Norte do Brasil e parabéns à Vanessa pelo presente!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Confira as atrações paralelas da Mostra Vídeo Índio Brasil em Boa Vista

Cartaz da mostra. Clique para ampliar

Começa no próximo sábado (31) a terceira edição do Vídeo Índio Brasil (VIB). Em Boa Vista, única cidade de Roraima a participar do evento, a exibição será feita no Cine Sesc Digital Abrahim Jorge Fraxe, avenida Glaycon de Paiva, Mecejana.

O festival acontece de 31 de julho a 7 de agosto. A promoção local é do Coletivo Arteliteratura Caimbé em parceria com o Sesc Roraima. A entrada é franca, com as sessões começando sempre às 20h.

Além dos filmes da mostra, haverá atrações paralelas na Galeria de Artes Franco Melchiorri, que fica ao lado do cinema.

Os artistas plásticos da etnia Macuxi Bartô, Lídia Raposo e Vanda Pajé vão expor, respectivamente, telas, panelas de barro e peças artesanais.

Integrantes do Coletivo Caimbé, o fotógrafo Tana Halú e o jornalista Edgar Borges ambos descendentes da etnia Macuxi, além da poeta Zanny Adairalba, farão uma exposição de foto-poemas.

A ODIC (Organização dos Indígenas da Cidade) fará uma exposição fotográfica mostrando as atividades realizadas ao longo de sua existência.

No sábado, 7 de agosto, última noite da mostra, o grupo Maruai, formado por moradores da comunidade indígena Tabalascada, município do Cantá, fará uma apresentação de teatro e dança parixara no Teatro Jaber Xaud, também no Sesc Mecejana.

Se quiser alguma outra informação, fique à vontade e ligue (95) 9111.4001.

Se você for de alguma unidade educacional e quiser agendar a visita de turmas ou a exibição em um horário alternativo, ligue 3621 3939 e fale com Márcia, Vera ou Felipo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Venha participar da Mostra Vídeo Índio Brasil



Entre os dias 31 de julho e 7 de agosto vamos realizar em Boa Vista a terceira edição do Vídeo Índio Brasil (VIB). Estaremos integrados com outras 111 cidades de todos os estados brasileiros, exibindo filmes com temática indígena.

De Roraima, Boa Vista é a única cidade participante. Neste evento, o Coletivo Caimbé tem e agradece a parceria do Sesc Roraima, contínuo apoiador de nossas atividades.

Na semana da exibição, sempre às 20h e com entrada franca, o Vídeo Índio Brasil vai apresentar no Cine Sesc Mecejana, avenida Glaycon de Paiva, longas e curtas-metragens nas categorias documentário, ficção e animação, com produções realizadas por índios e não índios que mostram, por meio do audiovisual, peculiaridades das culturas indígenas de todo o país.

Desde 2008, o VIB é realizado em Mato Grosso do Sul, estado com a segunda maior população indígena do país, tendo Campo Grande como cidade sede.

Esta é a segunda vez que trazemos uma mostra nacional de vídeos para Roraima. Em 2009 foi uma sobre animações, exibida em Alto Alegre.

Além dos filmes, haverá exposição e venda de artesanato produzido por artistas indígenas.

A unidade de ensino que quiser agendar a participação de seus alunos em alguma das sessões noturnas ou solicitar uma exibição em horário alternativo pode fazê-lo pelo telefone 3621 3939 (Sesc), com Vera ou Felipo.

Confira a programação e agende-se. Estamos esperando você. De preferência, todas as noites!
­­­­­­­­­­­­Abertura –
31 de julho de 2010

1 – “Já me transformei em imagem” Direção: Zezinho Yube / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 32 min. / AC - Hunikui (Kaxinawá) / Livre
Sinopse: Comentários sobre a história de um povo, feito pelos realizadores dos filmes e por seus personagens. Do tempo do contato, passando pelo cativeiro nos seringais, até o trabalho atual com o vídeo, os depoimentos dão sentido ao processo de dispersão, perda e reencontro vividos pelos Huni kui.



2 – “De volta à terra boa” Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 21min. / MT - Panará / Livre
Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.


01 de agosto de 2010

3 – “Corumbiara”
Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 117 min. / RO -  Akuntsu e Kanoê / Livre
Sinopse: Em 1985, o indigenista Marcelo Santos denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara (RO) e Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, “Corumbiara” revela essa busca e a versão dos índios.
Prêmios:
- Menção Honrosa no É tudo verdade – 14º Festival Internacional de Documentário (São Paulo, 29, 29 e 31 de março – Rio, 30, 31 de março e 01 de abril – BSB – 22 e 23 de abril);
- Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no IV Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo (07/07 - MUSEU DA IMAGEM E DO SOM; 09/07 - TEATRO CACILDA BECKER (S. Bernardo Do Campo); 11/07 - CINEMATECA BRASILEIRA);
- Prêmio de Melhor Documentário no 19º Festival Présence Autochtone - Muestra de Cine y Video Indígena de Montréal ( 11 a 21 de junho de 2009 - Montreal/Canadá);
- Grande Prêmio Cora Coralina no XI FICA - Festiva Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental ( 16 a 21 de junho de 2009);
- Prêmio de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Filme do Júri popular, Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema no 37º Festival de Cinema de Gramado ( 09 a 15 de agosto de 2009);
- Prêmio Manuel Diegues Jr. pela importância do tema; Prêmio Aquisição de Longa-Metragem - da TV Brasil e o Prêmio OCIC (Office Catholique International du Cinéma), na 14ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico);
- Prêmio Anaconda 2010, categoria Documental.


02 de agosto de 2010

4 – “Kuhi ikugü, os Kuikuro se apresentam”
Direção: Coletivo Kuikuro de Cinema / Vídeo nas Aldeias / 2007 / 7 min. / MT - Kuikuro / Livre
Sinopse: Os Kuikuro apresentam sua história, desde seus antepassados, passando pelos conflitos com os brancos até as mudanças de suas vidas no mundo contemporâneo.


5 – “Pi’õnhitsi, mulheres Xavante sem nome” Direção: Divino Tserewahú / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 56 min. / MT - Xavante / Livre
Sinopse: Desde 2002, Divino Tserewahú tenta produzir um filme sobre o ritual de iniciação feminino, que já não se pratica em nenhuma outra aldeia Xavante, mas desde o começo das filmagens todas as tentativas foram interrompidas. No filme, jovens e velhos debatem sobre as dificuldades e resistências para a realização desta festa.


03 de agosto de 2010

6 – “Pajerama” 

 

Direção: Leonardo Cadaval / 2008 / 9 min. / SP - Animação / Livre
Sinopse: Um índio é pego numa torrente de experiências estranhas, que revelam mistérios de tempo e espaço.
Prêmios: Prêmio de Melhor Curta-metragem para a juventude no Festival Internacional de Oberhausen 2008; Prêmio de Melhor Curta-metragem (Júri Oficial) no Festival Internacional de Curtas-metragens de Belo Horizonte 2008; Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Cinema de Cartagena 2009 (Júri Oficial); Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Curtas de Sergipe – Cine SE; Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação e Melhor Trilha Sonora Original no Festival Audiovisual do Mercosul – FAM 2008; Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação no Festicine Amazônia 2008; Selecionado para a mostra paralela Jeune Public, do Festival de Curtas-metragens de Clermont-Ferrand; Melhor Trilha Sonora Original no Festival Guarnicê de Cinema (MA) 2008; Melhor Edição de Som no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá 2008; Melhor Trilha Original no Granimado 2008; Seleção Oficial do Festival de Cinema de Cartagena das Índias 2009 (Colômbia); Seleção Oficial do Festival de Animação Animadrid 2008.


7 – “Porahey” Direção: Alunos da Oficina do projeto Ava Marandu / 2010 / 27'33'' / MS – Guarani / Livre
Sinopse: Registro sensível de histórias, sons e maneiras de fazer que alimentam o imaginário e cotidiano de um povo. Em outras palavras, são recortes do “universo” dos Guarani da aldeia Te'ýikue .


8 – “Imbé gikegü - cheiro de pequi” Direção: Tarumã e Maricá Kuikuro / Vídeo nas Aldeias / 2006 / 36min. / MT - Kuikuro / Livre
Sinopse: É tempo de festa e alegria no Alto Xingu. A estação seca está chegando ao fim. O cheiro de chão molhado mistura-se ao doce perfume de pequi. Mas nem sempre foi assim: se não fosse por uma morte, o pequi talvez jamais fosse real. Ligando o passado ao presente, os realizadores kuikuro contam uma história de perigos e prazeres, de sexo e traição, onde homens e mulheres, beija-flores e jacarés constroem um mundo comum.
Prêmios:
- Menção Honrosa da III MoVA Caparaó, Espírito Santo (2006)
- Prêmio Manuel Diégues Júnior, Museo del Folclore, na concepção - realização, 10ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico, Rio de Janeiro, 2006.
- Menção Honrosa Média, concedida pela ABDeC na 10ª Mostra Internacional del Filme Etnográfico, Rio de Janeiro, novembro de 2006.
- Prêmio Especial do Júri, Festival Internacional de Curtas de Rio de Janeiro CURTA CINEMA. Rio de Janeiro, 2006.
- Melhor Curta-metragem, Festival Présence Autochtone de Terres en Vue, Montréal, Canadá, Junho de 2007


04 de agosto de 2010

9 – “Mokoi tekoá petei jeguatá - duas aldeias, uma caminhada”
Direção: Ariel Ortega, Jorge Morinico e Germano Benites  / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 63min. / RS - Guarani-Mbya / Livre
Sinopse: Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens Guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.
Prêmios: Melhor filme do ForumDoc, Belo Horizonte, 2008.


05 de agosto de 2010

10 – “Kré”
Direção: Francele Cocco / 2009 / 8 min / RS – Kaigang / Livre
Sinopse: Dona Natália, índia moradora da reserva da Serrinha, explica a confecção de cestos e balaios kaigang, desde a extração da matéria prima, até a comercialização nas cidades do RS e SC.


11 – “Kene Yuxi, as voltas do kene” Direção: Zezinho Yube / 2010 / 48min. / AC -  Hunikui (Kaxinawá)
Sinopse: Ao tentar reverter o abandono das tradições do seu povo e seguindo as pesquisas do seu pai, o professor e escritor Joaquim Maná, Zezinho Yube corre atrás dos conhecimentos dos grafismos tradicionais das mulheres Huni Kui auxiliado por sua mãe.


06 de agosto de 2010

12 – “Indígenas digitais” 

 

Direção: Sebastian Gerlic / 2010 / 26 min. / BA - Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) / Livre
Sinopse: Representantes de várias etnias relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.

13 – “A gente luta, mas come fruta” / Vídeo nas Aldeias (PE) / 2006 / 40min. / AC - Ashaninka / Livre
Diretor: Valdete Pinhanta e Issac Pinhanta
Sinopse: O manejo agroflorestal realizado pelos Ashaninka da aldeia APIWTXA no rio Amônia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da sua reserva e repovoar seus rios e suas matas com espécies nativas, e por outro, sua luta contra os madeireiros que invadem sua área na fronteira com o Peru.
Prêmios: - Prêmio Panamazônia 2007 de Melhor Produção áudiovisual da Action Aid Americas, março 2007.  - Melhor Documentário no Cine Gaia, 2008, Rio de Janeiro, Brasil.

07 de agosto de 2010

14 – “Terra vermelha” 

 
Direção: Marcos Bechis /2008 / 1h48min
Sinopse: O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowá, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia.
Elenco: Matheus Nachtergaele (Dimas), Cláudio Santamaría (Roberto), Alicelia Baptista (Lia), Chiara Caselli (Beatrice), Abrisio Da Silva Pedro (Osvaldo), Ademilson Concianza Verga (Ireneu), Ambrósio Vilhalva (Nadio), Fabiane Pereira Da Silva (Maria), Eliane Juca Da Silva (Mami) e Leonardo Medeiros (Lucas Moreira).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oficinas no Rock na Floresta 3

Tana Halú e eu estivemos em São João da Baliza neste final de semana para ministrar uma oficina de confecção de bonecos com masinha de modelar e de criação literária em blogs .




O Município do sul de Roraima, como escrito no post anterior, fica a 320 tortuosos, esburacados e difíceis de trafegar quilômetros de Boa Vista. Total da viagem: 740 tortuosos, esburacados e difíceis de trafegar quilômetros.

As oficinas do Rock na Floresta 3, evento promovido pelo curso de Engenharia Florestal da Universidade Estadual de Roraima, foram bem legais

Tana Halú saiu de Boa Vista na sexta-feira, por volta das 20h, e chegou em São João às 4 da matina.   Logo depois estava fazendo seus bonecos. O que era para ser uma oficina apenas, virou duas. O povo adorou.





Eu saí de Boa Vista no sábado às 9h30 e cheguei lá por volta das 14h.  No meu caso, foi descer, almoçar e correr para a sede da Escolegis, onde ia rolar a oficina. Turma boa, com uns 12 meninos e meninas da UERR e do ensino médio. Tudo correndo muito bem, com explicações e uma atividade de redação, até a hora de criar os blogs de cada um.

Justo aí, no segundo tempo deste jogo de realidade e ficção, a internet travou e não abriu o Blogger nem o Wordpress. Abri tudo na web, menos essas duas plataformas. Para fechar a rodada, faltou energia. Ainda bem que a turma levou tudo no bom humor e se contentou com imaginar, levados pelo meu relato, como se faz uma postagem de texto, foto, link e vídeo. Enquanto falava, lembrei dos relatos do povo que cursou jornalismo no começo da UFRR: como não havia máquinas para manusearem, ficavam apenas vendo os desenhos feito nos quadro representando as peças e os ajustes.

O Rock na Floresta 3 durou dois dias. O fechamento foi com shows de rock. Os músicos mandaram muito bem: Onore representou São João com seus covers de pop-rock e a turma da Hathor's colocou o povo para pular com as canções da Pitty (um salve à vocalista, mirradinha de tamanho, mas uma gigante no controle do público).


 Banda Onore (foto Tana Halú)



Hathor's (foto Tana Halú)


Banda Iekuana  (foto Tana Halú)




 A galera da Iekuana subiu no palco às duas da madruga e mandou, excetuando uma d'O Rappa, só composições próprias. Puta show dos caras, encerrando uma boa noite de rock na terra onde o forró e o brega dominam ruas, restaurantes e qualquer espaço onde possa ser ligado um aparelho de som.

Rock na Floresta fechado, vamos agora preparar a mostra Vídeo Índio Brasil 2010. Só que isso é tema para outra postagem.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Vídeo Índio Brasil 2010 em Boa Vista

Olha aqui uma das próximas ações do Coletivo Arteliteratura Caimbé:


O projeto consiste na exibição simultânea em 100 cidades brasileiras inscritas. Em Boa Vista, nós somos os encarregadas da Mostra Vídeo Índio Brasil .

A mostra vai acontecer entre os dias 31 de julho a 7 de agosto de 2010. A entrada será franca. O local ainda será definido, pois a primeira parceria que tínhamos fechado foi desfeita.

O objetivo da iniciativa é possibilitar melhor conhecimento do patrimônio indígena, além de contribuir com a criação de uma nova perspectiva cultural que fortaleça as relações entre indígenas e não indígenas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Livro Eletrônico: alerta escritores

Escrito por Ademir Assunção*

Saiu matéria na Folha de São Paulo sobre o livro eletrônico, que começa a entrar no mercado editorial brasileiro. O texto diz que os livros nacionais ainda são pouquíssimos no formato eletrônico. Por quê? Eis o trecho que mais interessa a nós, escritores: “O livreiro é um dos que defendem que o maior nó no mercado é a rediscussão dos direitos autorais. ‘O medo está aí. Isso vai inundar o Judiciário’”. O livreiro é Pedro Herz, dono da rede de livrarias Cultura. (grifo meu).

Nem todo mundo sabe, mas os autores ganham apenas 10% do preço de capa de cada livro vendido. 10%. Os outros 90% ficam com editoras, distribuidoras e livreiros. 10% é o padrão. Mas há editoras que chegam a pagar 3%. Quando falo isso para leitores que não fazem a menor idéia como funciona a remuneração de direitos autorais no Brasil, muitos ficam espantados, outros indignados.

A entrada do livro eletrônico é uma ótima oportunidade para os autores rediscutirem seus direitos autorais. Ouçam bem: é uma ótima oportunidade. As grandes livrarias já estão pressionando as editoras para venderem livros de seus autores em formato eletrônico. As editoras já estão procurando os autores para assinarem adendo aos contratos autorizando a venda em formato eletrônico.

Conversei com um advogado especialista em direito autoral essa semana. O livro eletrônico foi um dos temas da conversa. Perguntei a ele o que os autores devem fazer em relação às autorizações para comercialização do livro eletrônico. Ele foi claro e taxativo: “Enquanto não redefinirem a remuneração dos direitos autorais, não assinem. O livro eletrônico não tem custos que justifiquem manter os direitos autorais em apenas 10%”.

A matéria da Folha diz que os representantes de cada setor da cadeia produtiva do mercado editorial já estão discutindo a questão. Eu pergunto: quem representa os escritores nessas discussões? A Academia Brasileira de Letras? A União Brasileira dos Escritores? Algum escritor foi procurado para se manifestar?

O advento do livro eletrônico vai provocar grandes mudanças no mercado editorial. Entre outras coisas, vai diminuir os custos de produção dos livros e também os custos de venda pelas livrarias. Tanto escritores, quanto editores, podem fazer vendas diretas em seus sites, a custos quase zero. Essa é uma boa alternativa caso não haja acordo justo em relação ao pagamento de direitos autorais. A pressão vai ser comercial. Em resumo: há todas as condições para o preço do livro diminuir bastante (vantagem para os leitores) e o pagamento de direitos autorais subir bastante (vantagem histórica para os escritores).

Por isso, está dado o alerta: escritores em geral: não sejamos bobos. Não assinemos nenhum contrato enquanto não houver uma discussão aberta sobre direitos autorais de livro eletrônico e um acordo justo. Não caiam na balela de que estamos nos tempos de “quebra de autoria, compartilhamento de informações”, argumento que está sendo utilizado por alguns comerciantes de livros. Eles não vão “compartilhar” nossos livros. Eles vão vendê-los.

Alguns editores já compreenderam a necessidade dessa discussão com seus autores. Já perceberam que se marcarem touca vão beirar a falência, como aconteceu com as gravadoras. São poucos. E provavelmente vão tentar acordos individuais com os autores.

Eu vejo a grande oportunidade de tomarmos uma decisão coletiva. Uma decisão dessa forma vem com muito mais força. Podemos fechar um acordo que beneficie a todos. É uma oportunidade única.

É uma oportunidade única para os editores e livreiros também mostrarem que se preocupam de fato com os autores, que os vêem de fato como “parceiros” (termo da moda).

Alguém aí já se deu conta que na “cadeia produtiva do livro” (outro termo em moda), o único que não é profissional (no sentido de viver do seu trabalho) é o escritor? O livreiro é, o distribuidor é, o editor é, o gráfico é, o balconista da livraria é. Menos aquele que produz a matéria-prima para o trabalho de todos os outros da tal “cadeia produtiva”.

Pensem bem nisso. Caso não haja acordo justo, nada impede que num futuro muito próximo os próprios autores se organizem, criem uma editora virtual, e vendam seus livros diretamente, ganhando 80, 90% de direitos autorais.

Peço aos que entenderam o que diz esse texto que se manifestem. Que passem adiante. Que republiquem em seus blogues. Que discutam nos bares (não é assunto “chato”, não. Diz respeito ao nosso trabalho). Que ampliem essa discussão e pensem formas de partirmos pra ação.

É a hora.

Ademir Assunção é poeta e jornalista, membro do Colegiado Nacional da Literatura, Livro e Leitura e integrante do Movimento Literatura Urgente

publicado no blogue espelunca: http://zonabranca.blog.uol.com.br/

domingo, 11 de abril de 2010

Resultado do I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé

Finalmente saiu o resultado do I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé, uma parceria nossa com o poeta catarinense Rubens da Cunha. Nosso amigo lá das bandas do sul bateu o martelo ontem à noite e nos comunica de sua decisão no texto abaixo, transcrito literalmente para que não haja dúvidas sobre a lisura do processo. Vamos a ele:

Bom, primeiro o poema original


nada corroer


nesses dias


tímidos



a solidão


- animal inapto -


esquiva-se




--


Olhando os 3 poemas, fico com esse:



nada corroer


nesses dias


tímidos



a solidão


- animal inapto -


esquiva-se




e a lua


- do nudismo adepta -


exibe em prata a pele crua.


--
Gostei porque mantém a sonoridade, brinca com o inapto/adepto, e faz uma aliteração no verso final, que é algo que eu pratico bastante.


Abraços e obrigado pela brincadeira. Adorei.


Rubens


........................


Voltando: o poema escolhido por Rubens é de autoria de Eli Macuxi. Em maio vamos fazer outro concurso, desta vez sorteando o livro “Um brinde a três amigos”, do poeta paranaense Nilton Bobato. Visite-nos sempre e acompanhe nosso perfil no twitter para saber das novidades.


Ah, antes que esqueça: parabéns, Eli Macuxi!


E parabéns aos demais participantes! Rubens decidiu mandar-lhes um exemplar do livro Vertebrais. Para isso, enviem mensagem para o e-mail coletivocaimbe@gmail.com, contendo nome completo, endereço e perfil no Twitter para checar os conformes.

sexta-feira, 26 de março de 2010

I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé

O título é sugestivo, né? Mas não se trata de um concurso com todas aquelas regras e obrigações para os participantes.

É mais uma brincadeira literária feita em parceria com o poeta catarinense Rubens da Cunha, que nos mandou um exemplar de seu Vertebrais, um livro-objeto/caixa-poema recheado de bons versos e estupendas ilustrações que agora vão alegrar a casa dos leitores deste blog.




Se quiser ler sobre a obra, clica aqui. Vais ver que o negócio é bom.

Para receber na faixa o exemplar da caixa-poema, o nobre leitor deverá cumprir três tarefas/condições bem simples. Vamos a elas:

1. Seguir o perfil do Coletivo Arteliteratura Caimbé no Twitter. Para quem ainda não segue, é este: @coletivocaimbe;
2. Morar em Roraima há mais de um dia (Não é discriminação com os queridos que acessam de fora, é apenas a facilidade de entregar diretamente à pessoa sem custos extras);
3. Complementar com três versos o poema de Rubens que segue logo abaixo. O complemento deve ser deixado na caixa de comentários do blog. Para quem ainda não achou, tem escrito “Comments” nela.


O próprio poeta vai julgar os versos complementares. O resultado será tuitado no dia 10 de abril (prazo prorrogado em quatro dias a pedido de alguns tuiteiros).

Então é isso, bem-vindo ao I Concurso Cultural do Coletivo Caimbé. O próximo, já deixando o pessoal preparado, vai sortear três exemplares de literatura de cordel. As regras serão ainda definidas.

Olha aqui o texto do Rubens e não esquece de seguir o @coletivocaimbe. Boa sorte!


nada corroer
nesses dias
tímidos

a solidão
- animal inapto -
esquiva-se

e... (continue aqui com os três versos)

terça-feira, 16 de março de 2010

Imagens de nossa grande festa poética

Ei, podem me chamar de arrogante e presunçoso, mas a celebração que montamos no Dia Nacional da Poesia 2010 foi a maior, mais alegre, movimentada e democrática comemoração literária de Roraima.


Crianças, jovens, adultos e idosos tomaram conta da Praça das Águas e passaram cerca de três horas lendo, escrevendo e ouvindo poemas declamados por poetas de todas as idades. Tudo de acordo com o tema: “Poesia em Todos os Sentidos”


Foi uma festa muito bonita, fruto de um planejamento de meses feito pelo nosso coletivo. Elogios como os feitos por Oiran Braga, chefão-mor d’O Tiquiri, nos empolgam em nossa jornada literária.


Antes das fotos, vale a pena lembrar quem nos acompanhou nesta segunda edição de nossa festa poética: o Sesc Roraima, que foi co-realizador; a Livraria Saber, a Fetec, a Foto Roraima e o deputado estadual Tião Portela. A todos, valeu!


Então é isso: curtam as fotos e a quem esteve lá, muito obrigado. A quem não esteve, mas torceu pelo sucesso do evento, também muito obrigado. A quem é sempre do contra, vá ler poesia, vá. 


Ah, as fotos são de Tana Halú e Taíra Guerreiro.


Crianças e adolescentes declamaram e escreveram poemas

Turma das artes visuais se integrou ao evento

Cordeis foram vendidos na praça

Poetas de Boa Vista e do Interior se fizeram ouvir

Na sequência:
Gurizada desenhando inspirada em poemas
Escritores Bach e Otaniel exibindo seus cordéis
Público ouvindo as rimas da Gang do Rap
Turma no Bibliosesc
Exposição fotográfica monstrando um ano de atividades do Coletivo Caimbé
Os bibliotecários de Roraima, celebrando seu dia junto conosco
expo fotográfica
Varal de Poesias



Alguns dos poetas da noite


quarta-feira, 10 de março de 2010

Está chegando o dia da poesia!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vamos encher a praça de poesia

Pelo segundo ano consecutivo, o Coletivo Arteliteratura Caimbé vai celebrar o Dia Nacional da Poesia. Como em 2009, a festa poética será na Praça das Águas, Centro de Boa Vista.
Desta vez, o evento será co-realizado pelo Sesc Roraima. Nossos parceiros são a Livraria Saber e a Fetec (Fundação de  Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista).
A nossa intenção é levar, conforme o tema de nosso evento, Poesia em Todos os Sentidos à população boa-vistense. 
Para isso contatamos um bocado de gente que já está preparada para ser atração neste dia. Entretanto, o grande barato, o grande atrativo do Dia da Poesia é a participação das pessoas, seja declamando, seja pendurando seus versos no varal que vamos estender na praça. 

Dá uma olhada nas atrações e clica no cartaz para ampliá-lo (também pode copiar e distribuir por aí. A gente não esquenta):

-  Microfones abertos para declamação;
 - Varal de poesias;
  - Unidade do BiblioSesc (Contação de histórias);
 - Noite de autógrafos com os vencedores do IX Concurso de Literatura Infanto-juvenil Sesc 2009 e com J.R. Rodrigues, autor de “Coisas que eu diria se fosse um poeta”;
 - Banca da Livraria Saber;
- Grupo de hip-hop Gang do Rap;
 - Poesias tatuadas por Marcelo Santa Isabel;
 - Grupo teatral Terra do Sol;
-  Performance poética com o ator Aldair Ribeiro e os vencedores do XI Concurso de   Poesia da Escola 13 de Setembro;
- Emboladores de coco Buriti e Bacaba;
 - Show com a banda Iekuana.

E aí, vamos tomar conta da Praça com muita poesia?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Calendário das pré-conferências setoriais de Cultura e outras informações

Delegados roraimenses titulares e suplentes, neste post vocês encontrarão o calendário das pré-conferências setoriais de cultura, as regras da eleição do Conselho Nacional de Política Cultural e o Regimento Interno do evento.
E assim o Coletivo Arteliteratura Caimbé finaliza sua parte na mobilização da comunidade cultural do Estado.


Baixem os arquivos e leiam.


CALENDÁRIO




SETOR: AUDIOVISUAL


Data: 24 e 25/02


Horário de abertura: 9h (24/02)


Endereço: HOTEL NACIONAL - Setor Hoteleiro Sul - Quadra 01 - Bloco A


Brasília - DF


Tel: (061) 3321 7575 - Fax: (061) 3223 9213




SETOR: CULTURA AFRO-BRASILEIRA


Data: 24 e 25/02


Horário de abertura: 15h (24/02)


Endereço: Hotel St. Peter - Setor Hoteleiro Sul Quadra 02 Bloco D


Brasília - DF


Fone: (61) 3217-2700 e 3044-5000
Fax: (61) 3217-2765




SETOR: ARQUIVO


Data: 24 a 26/02


Horário de abertura: 14h (24/02)


Endereço: Hotel Intercontinental Rio - Av. Prefeito Mendes de Morais, 222 - São Conrado - Rio de Janeiro
RJ




SETOR: DESIGN


Data: 25 a 27/02


Horário de abertura: 19h (25/02)


Endereço: FUNDAÇÃO PLANETÁRIO – Rua vice-governador Rubens Berardo, 100 Gávea
Rio de Janeiro – RJ


Tel: (061) 3321 7575
Fax: (061) 3223 9213




SETOR: MUSEUS


Data: 26 a 28/02


Horário de abertura: 19h (26/02)


Endereço - Windsor Guanabara Hotel - Av. Presidente Vargas, 392


Centro - CEP 22071-000


Rio de Janeiro – RJ


Telefone: 55 21 2195-6000
Fax: 55 21 2516-1582




SETORES: ARTE DIGITAL, ARQUITETURA, ARTES VISUAIS, CIRCO, CULTURA INDÍGENA, CULTURAS POPULARES, DANÇA, LIVRO/LEITURA/LITERATURA, MÚSICA, TEATRO, PATRIMONIO MATERIAL E IMATERIAL.


Data: 07 a 09/03


Horário de abertura: 19h (07/03)


Local: Esplanada dos Ministérios / Museu Nacional


Brasília - DF


Telefone de produção: (61) 3225 2780




Regimento Interno que guiará os trabalhos dos debates no final de fevereiro.




O RI estabelece ainda a agenda oficial dos encontros. O documento está disponível no link abaixo em .pdf.




Regimento Interno




Resolução nº 08, de 25 de janeiro de 2010




Com as normas e procedimentos para disciplinar o processo eleitoral dos representantes da sociedade civil dos Colegiados Setoriais e no Conselho Nacional de Política Cultural.


Os setores que já possuem colegiados como o de circo, dança, teatro, música, literatura, livro e leitura, e artes visuais, irão renovar a sua representatividade, e os setores de cultura popular e cultura indígena vão eleger pela primeira vez os seus representantes.


Resolução nº 08




AQUI você acessa a lista de delegados de Roraima e as propostas que serão apresentadas pelo povo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sessão de cinema no Jardim Caranã

 


Tana Halú, Luiz Valério, Zanny Adairalba e Edgar Borges formam o Arteliteratura
 

Remanescente das Sombras, primeiro longa-metragem roraimense, será exibido neste sábado no bairro Jardim Caranã. A sessão gratuita de cinema é uma promoção do Coletivo Arteliteratura Caimbé, que em 2010 realizará diversas atividades culturais naquela comunidade.

O filme começa às 19h30 no ponto cultural do Coletivo, localizado na rua Z, entre as ruas 18 e 19. Com censura 14 anos, Remanescente das Sombras foi lançado em 2009, com direção de Alex Pizano. No final da sessão, o público poderá conversar com o diretor e outros integrantes da equipe de produção e esclarecer dúvidas sobre a história, que aborda a caçada a um oficial nazista que se esconde em Roraima e cria um grupo criminoso.

Esta é a quarta ação na área de vídeo realizada pelo Coletivo Caimbé desde setembro do ano passado, quando promoveu a festa de aniversário do bairro 13 de Setembro e exibiu curtas e documentários produzidos em Roraima. Depois disso, foi a vez das comunidades dos municípios de Alto Alegre e do Cantá (Vila União, a 130 km de Boa Vista) assistirem a vídeos de animação infantil e adulta.

“A nossa proposta é fomentar a formação de público para as diversas manifestações da cultura, facilitando o acesso das pessoas a estes produtos”, afirma o artista plástico Tana Halú, integrante do Coletivo e morador do Jardim Caranã. A intenção é fazer novas sessões periodicamente, contando com a parceria da população e das empresas do bairro. “Tirando o cinema do Sesc Mecejana, ninguém promove ações regulares no audiovisual. Sentimos que a sociedade tem essa demanda e decidimos trabalhar para atendê-la”, acrescenta Tana.

Segundo o jornalista Edgar Borges, outro integrante do Caimbé, a presença do diretor Alex Pizzano será o diferencial deste sábado. “Quem estiver presente poderá saber mais sobre como foi produzir o primeiro longa de Roraima. Quem sabe não surge desta sessão uma ideia para um filme feito por alguém da comunidade? Será uma ação cultural gerando um produto cultural”, diz Edgar.

O Coletivo Arteliteratura Caimbé é uma organização cultural formada, além de Tana e Edgar, pelo jornalista Luiz Valério e pela gestora cultural Zanny Adairalba. O quarteto realiza ações em Boa Vista e no Interior do estado focadas no fortalecimento da cidadania. Também participa das mobilizações destinadas a fortalecer o setor do livro, leitura e literatura em Roraima. Informações sobre todas as ações do Coletivo Arteliteratura Caimbé podem ser obtidas em www.literaturacaimbe.blogspot.com e também no www.twitter.com/coletivocaimbe .

SERVIÇO

O que: Exibição do filme Remanescente das Sombras

Quando: Sábado (20/02)

Quanto: Entrada Franca

Horário: 19h30

Local: Rua Z, entre as ruas 18 e 19, bairro Jardim Caranã

Informações: 9131-6869 ou 9111-4001

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